Para Onde?

Onde fui parar?
Sorria, observava e elogiava
Não conseguia me entender
Ao pensamento, ele subsistia
lá no fundo já não enxergava
Desaprendi o mais necessário
Me tornei algo bem recôndito

Para onde olhar?
onde devia não se encontrava
rindo de algo sem nem prever
e sozinho, um remanso teria
uma voz aos ares sempre soava
repeti as palavras como rádio
falei coisas que não acredito

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